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Agência de Tráfego Pago: como funciona, quanto custa e como escolher

Gestão de Google Ads e Meta Ads para empresas em todo o Brasil. Mais de 60 milhões de reais gerenciados em plataformas de anúncio, com foco em custo por venda e não em métrica de vaidade.

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O que entregamos como agência de tráfego pago

Estrutura completa de aquisição de cliente, montada pra gerar contato qualificado todo mês.

Google Ads

Captura de demanda existente, para quem já está buscando o que você vende. Pesquisa, Performance Max, YouTube e Shopping conforme o modelo do negócio.

Meta Ads

Geração de demanda no Instagram e Facebook, com estrutura de criativo e teste contínuo. Indicado para produto visual, oferta e recompra.

Mensuração que fecha a conta

Tagueamento, conversões offline e integração com CRM. Sem medição confiável, otimizar campanha vira palpite caro.

Página que converte

De nada adianta clique barato se a página de destino não vende. Estruturamos o caminho entre o anúncio e o contato, não só a mídia.

Relatório de negócio

Custo por lead qualificado, custo por venda e retorno sobre o investido. Alcance e impressão não entram como indicador de sucesso.

O que faz uma agência de tráfego pago

Agência de tráfego pago é a empresa que planeja, executa e otimiza campanhas de anúncio em plataformas como Google Ads, Meta Ads, TikTok Ads e LinkedIn Ads, com o objetivo de gerar venda ou contato qualificado para o negócio do cliente.

Na prática, o trabalho vai bem além de subir campanha. Envolve entender a margem do produto, definir quanto pode custar cada cliente novo, estruturar o caminho entre o anúncio e a venda, medir o que realmente converte e cortar o que queima verba. Agência que só sobe campanha e manda relatório de alcance no fim do mês não está fazendo gestão de tráfego, está fazendo operação de plataforma.

Quanto custa contratar uma agência de tráfego pago

Existem dois custos separados, e confundir os dois é o erro mais comum de quem está contratando pela primeira vez.

O primeiro é a verba de anúncio, que vai direto para o Google ou para a Meta. Esse dinheiro não passa pela agência, é pago à plataforma.

O segundo é o fee de gestão, que é o valor cobrado pela agência para operar. No mercado brasileiro, o fee costuma ser um valor fixo mensal, um percentual da verba investida, ou uma combinação dos dois. Negócio local e pequeno geralmente opera com fee fixo; conta com verba alta tende a percentual.

Desconfie de quem cobra apenas percentual baixo sem valor mínimo: nesse modelo, a agência só ganha se você gastar mais, o que cria incentivo para inflar verba em vez de melhorar eficiência.

Como escolher uma agência de tráfego pago

  • Pergunte qual métrica ela usa para dizer que deu certo. Se a resposta for alcance, impressão ou engajamento, procure outra. As respostas certas são custo por lead qualificado, custo por venda e retorno sobre o investido.
  • Peça para ver a conta, não o print. Print de dashboard é fácil de montar. Acesso de leitura à conta de anúncio de um cliente real, com autorização dele, mostra muito mais.
  • Confirme quem é o dono da conta de anúncio. A conta precisa ser sua, com a agência como usuária. Se a agência for dona, você perde histórico e aprendizado do algoritmo ao trocar de fornecedor.
  • Verifique certificação e experiência no seu segmento. Google Partner e Meta Blueprint são o mínimo. Experiência no seu setor vale mais do que volume total gerenciado.
  • Cuidado com promessa de resultado garantido. Ninguém controla leilão de anúncio. Quem garante número antes de rodar está vendendo o que não pode entregar.

Agência de tráfego pago ou gestor interno

Depende do volume e da maturidade da operação. Gestor interno faz sentido quando a verba é alta o bastante para justificar um salário dedicado e quando o negócio tem processo comercial estruturado para aproveitar o lead gerado.

Agência costuma compensar mais em três situações: verba ainda não justifica contratação dedicada, o negócio precisa de várias competências ao mesmo tempo (mídia, criativo, página, mensuração), ou a empresa quer acesso a repertório de vários segmentos em vez de aprender tudo por tentativa e erro na própria conta.

Google Ads ou Meta Ads: qual usar

Não é escolha excludente, mas a ordem importa quando a verba é curta.

Google Ads captura demanda existente. A pessoa já está procurando o que você vende. Converte mais rápido e costuma ser o primeiro passo para negócio local, serviço e qualquer coisa que gere busca ativa.

Meta Ads gera demanda. A pessoa não estava procurando, mas pode se interessar. Funciona melhor para produto de apelo visual, oferta com desconto, infoproduto e recompra. Exige mais criativo e mais tempo de calibragem.

Negócio que vende algo que ninguém busca no Google precisa de Meta. Negócio com busca forte e verba limitada costuma começar melhor pelo Google.

Como trabalhamos na Win Mídias

Começamos entendendo margem, ticket médio e capacidade de atendimento, porque campanha que gera mais demanda do que a empresa consegue atender destrói reputação em vez de construir. A partir disso definimos quanto pode custar um cliente novo e montamos a estrutura para chegar nesse número.

Atendemos empresas em todo o Brasil, com atuação presencial concentrada na Grande São Paulo. Trabalhamos com negócio local, e-commerce, prestação de serviço, indústria e produtor digital, com mais de 60 milhões de reais gerenciados em plataformas de anúncio.

Se quiser ver como isso se aplica ao seu setor, temos páginas específicas para clínicas odontológicas, escritórios de advocacia, médicos e clínicas, delivery e restaurantes, indústrias e varejo.

Atendemos empresas em todo o Brasil de forma remota, com atendimento presencial concentrado na Grande São Paulo. Para negócio local, mantemos páginas específicas por cidade e por segmento, porque a estratégia de quem depende de cliente do bairro é diferente da de quem vende para o país inteiro.

Perguntas frequentes

São dois custos separados: a verba de anúncio, que vai direto para o Google ou Meta, e o fee de gestão da agência, que pode ser fixo mensal, percentual da verba ou os dois combinados. O valor varia com a complexidade da operação e o número de plataformas envolvidas.

Campanhas geram contato já nas primeiras semanas, mas os primeiros 30 dias servem principalmente para calibrar: descobrir qual público, criativo e oferta funcionam. O resultado estável costuma aparecer entre o segundo e o terceiro mês.

Deve ficar sempre no nome da empresa, com a agência como usuária com permissão de gestão. Se a conta pertence à agência, você perde histórico, públicos e aprendizado do algoritmo ao trocar de fornecedor. É um ponto que vale confirmar por escrito antes de contratar.

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